quem é a érica minchin?

um pouco sobre a pessoa e a consultora

como sair desse básico, dessa cara de sempre, sem se sentir inadequada?

Eu sei, às vezes parece que falta alguma coisa, que nada no seu armário se combina exatamente - ou pelo menos nada combina com quem você é.

Na correria do dia-a-dia, entre trabalho, vida pessoal e a vontade imensa de conhecer coisas e lugares novos, falta tempo até para sofrer na frente do guarda-roupa. Parece que o jeito é recorrer aos conjuntos de sempre.

Talvez você tenha tentado resolver isso comprando várias peças que acabou nem usando. Talvez você tenha se afastado completamente das compras ou se perdido em alguns vídeos do Youtube…

O fato é que algo precisa mudar.

Você quer encontrar o seu estilo e sentir conforto no que veste, quer ter o tal do armário enxuto, e sabe que dá fazer isso sem virar escrava da aparência ou sem parecer igualzinha a todo mundo. Mas ainda falta o “como".

sem receitas de bolo. sem regrinhas genéricas.

É pra isso que eu estou aqui. Para lhe mostrar que é possível ter estilo sem ser fútil e ficar bonita sem ter que sofrer. Eu vou lhe ensinar a encontrar o que é bonito em você e a libertar o estilo que já está aí - e nós faremos isso por meio das suas roupas e aparência. A proposta é fazer um mergulho em quem você é e identificar as melhores estratégias para construir e combinar um guarda-roupa que seja a sua cara.

"Eu tenho menos, mas me visto melhor e com mais amor próprio. E para a vida que eu quero ter.” (Verônica Mambrini - jornalista)

"Aprendi a ressaltar qualidades e disfarçar pontos desfavoráveis no meu corpo. Vi que poderia assumir o estilo que gosto, mais romântico, sem cair no óbvio, com praticidade e comodidade, sem ser uma vítima da moda.” (Erika R. - empresária)

"Foi libertador entrar e sair da loja apenas com aquilo que eu achei apropriado e necessário, senti minha auto-estima lá em cima!” (Anna Carla A. - advogada)

“Eu tinha uma noção completamente diferente e distorcida do meu corpo. Achava que possuía um tipo físico retangular, porém percebi que tenho curvas e posso – e devo – valorizá-las. O autoconhecimento é fundamental para uma mensagem efetivamente positiva de nossa imagem. Foi extremamente proveitoso para mim." (Ellen B. - tradutora)

interesse antigo. estudo sério. experiência concreta.

A vocação veio ainda criança, quando eu passava o tempo criando looks para as minhas bonecas com qualquer tecido que eu tivesse em volta.

Mas foram as últimas quase 2 décadas dedicadas ao estudo e prática do olhar para a moda e o estilo pessoal que me fizeram desenvolver uma metodologia exclusiva de consultoria de imagem e estilo.

Comecei com os cursos técnicos de desenho, costura e modelagem, passei pela graduação em Gestão de Negócios da Moda e estudei em mais instituições que consigo contar. Foi nessa trilha que me deparei com a Consultoria de Imagem e cheguei ao Fashion Institute of Technology, em Nova York, onde adquiri parte das minhas especializações.

Principalmente depois de me tornar Visagista pelo método Philip Hallawell, eu sabia que a relação com a imagem poderia ir além. Então, fui buscar uma pós-graduação em Sociopsicologia, na FESPSP, para trazer contribuições da psicanálise, sociologia e antropologia à consultoria de imagem e estilo. Por necessidade pessoal, acabei me aprofundando em outros estudos relacionados ao comportamento humano e isso reverberou no meu trabalho também.

Acredito no aprimoramento contínuo, então os estudos seguem mesmo depois de anos já formando outras profissionais.

A experiência com a criação e o desenvolvimento de produtos ficou no passado. Mas me deixou o olhar mais técnico com o guarda-roupa, enquanto eu segui ajudando pessoas que não tinham nem espelho em casa a identificar uma imagem que as fizesse sentir orgulho de si - e conquistassem os elogios dos outros!

Por consequência, passei a trabalhar com uma metodologia própria para ajudar mulheres a se libertarem, desbloqueando crenças que limitam o autoconhecimento e a expressão de quem elas realmente são.

Seja por meio de atendimentos individuais, cursos ou mesmo livros, escolho ser essa contribuição por acreditar que a moda não precisa ser uma inimiga, futilidade ou coisa de menininha despreocupada. A gente não nasce sabendo transformar diversas opções em estilo, é um exercício de autoconhecimento. De se libertar das imposições sociais e traduzir a nossa essência pra cada peça de roupa e acessório que a gente veste.